Romantismo
COLEÇÃO · 114 OBRAS
Movimento do século XIX que valorizou a identidade nacional, o sentimento e o indianismo. São 114 obras em domínio público, cada uma com ficha própria.
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A Harpa do Crente
Alexandre Herculano
Primeiro livro de poesia de Alexandre Herculano, de 1838: versos religiosos e místicos sobre a guerra civil, o exílio, a liberdade e a morte, escritos num tom sóbrio que ajudaria a inspirar o ultrarromantismo português.
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Eurico, o Presbítero
Alexandre Herculano
Impedido de casar com Hermengarda, Eurico torna-se padre e depois o guerreiro mascarado da resistência contra os invasores da Hispânia visigótica.
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Eurico, o presbytero
Alexandre Herculano
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Lendas e Narrativas (Tomo I)
Alexandre Herculano
Primeiro tomo das lendas medievais que Herculano publicou nas revistas O Panorama e A Ilustração entre 1839 e 1844: contos como "A Destruição de Áuria" e "O Alcaide de Santarém", ambientados nos séculos de formação de Portugal.
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Lendas e Narrativas (Tomo II)
Alexandre Herculano
Segundo tomo das Lendas e Narrativas, reunidas em livro em 1851: entre os contos está "A Dama Pé de Cabra", em que um fidalgo se apaixona, numa caçada, por uma mulher que é também um demônio.
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Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 01
Alexandre Herculano
Primeiro dos dez volumes de Opúsculos que reúnem a prosa de intervenção de Alexandre Herculano. Os dois primeiros tomos, organizados ainda pelo próprio autor e publicados em 1873, tratam de Questões Públicas, os debates políticos e religiosos em que Herculano se envolveu.
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Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 02
Alexandre Herculano
Segundo volume de Questões Públicas dos Opúsculos, publicado em 1873 ainda sob organização do próprio Herculano, fechando a dupla de tomos que ele preparou antes de a coleção seguir, já póstuma, para os volumes seguintes.
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Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 03
Alexandre Herculano
Terceiro tomo dos Opúsculos, já de edição póstuma, publicado em 1876: abre a série de Controvérsias e Estudos Históricos, onde Herculano volta às polêmicas que travou como historiador, entre elas a disputa com o clero sobre o milagre de Ourique.
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Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 04
Alexandre Herculano
Quarto tomo dos Opúsculos, de 1879, seguindo a série de Controvérsias e Estudos Históricos que reúne a face de historiador polemista de Alexandre Herculano.
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Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 05
Alexandre Herculano
Quinto tomo dos Opúsculos, de 1881, ainda dentro da série Controvérsias e Estudos Históricos.
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Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 06
Alexandre Herculano
Sexto e último tomo da série Controvérsias e Estudos Históricos dos Opúsculos, publicado em 1886, dez anos depois do primeiro volume da série.
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Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 07
Alexandre Herculano
Sétimo tomo dos Opúsculos, de 1898: a coleção volta ao tema Questões Públicas, já em edição inteiramente póstuma, organizada a partir dos escritos avulsos de Herculano.
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Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 08
Alexandre Herculano
Oitavo tomo dos Opúsculos, de 1901, fechando a segunda leva de textos sobre Questões Públicas reunida depois da morte de Herculano.
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Opúsculos por Alexandre Herculano - Tomo 09
Alexandre Herculano
Nono tomo dos Opúsculos, de 1907, dedicado à Literatura: reúne os principais textos em que Herculano discute teoria e crítica literária.
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Frei Luís de Sousa
Almeida Garrett
D. Madalena vive o pavor de que o primeiro marido esteja vivo; quando o Romeiro aparece, a tragédia se fecha sobre a casa.
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Viagens na Minha Terra
Almeida Garrett
Uma viagem de Lisboa a Santarém que a todo momento desvia para a digressão, a sátira política e a novela da Menina dos Rouxinóis.
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Lira dos Vinte Anos
Álvares de Azevedo
Obra-prima do Romantismo ultrarromântico brasileiro, reunindo poemas que oscilam entre o sonho e o humor macabro, revelando a alma atormentada de um gênio que morreu aos 20 anos.
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Macário
Álvares de Azevedo
Drama em dois atos com elementos fáusticos, em que o jovem Macário, acompanhado por um misterioso personagem que pode ser o diabo, perambula por tabernas e bordéis numa jornada filosófica e satírica.
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Noite na Taverna
Álvares de Azevedo
Cinco jovens reunidos numa taverna contam histórias de amor, morte e horror numa noite de tempestade, obra que inaugura o gênero de terror e fantasia na prosa brasileira.
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A Escrava Isaura
Bernardo Guimarães
Isaura, escrava de rara beleza e instrução, sofre as perseguições do cruel senhor Leôncio enquanto luta pela liberdade e pelo amor do abolicionista Álvaro.
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Cantos da Solidão
Bernardo Guimarães
Coletânea de poemas de Bernardo Guimarães, publicada em 1852 e reeditada em 1865: solidão, melancolia e as primeiras afeições da juventude, num livro que marca a passagem de uma vida despreocupada para a maturidade.
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O Garimpeiro
Bernardo Guimarães
Um dos textos fundadores do regionalismo na literatura brasileira: no Triângulo Mineiro, o peão Elias e Lúcia, filha de um fazendeiro rico, vivem um amor que o pai da moça recusa por causa da pobreza do rapaz.
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O Seminarista
Bernardo Guimarães
Eugênio, jovem destinado ao sacerdócio, apaixona-se profundamente por Margarida, deflagrando um conflito trágico entre a vocação imposta pela família e o amor humano.
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A brazileira de Prazins: scenas do Minho.
Camilo Castelo Branco
Considerado o último grande romance de Camilo, de 1882, já sob influência do realismo: no Minho do pós-guerras liberais, cruzam-se a história de um falso D. Miguel escondido na casa de um padre e a de Marta, que o amor por José Dias transforma na "brasileira de Prazins".
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A espada de Alexandre: Corte profundo da questão do Homem-Mulher e Mulher-Homem
Camilo Castelo Branco
Texto de gênese controversa de Camilo Castelo Branco, publicado com o subtítulo provocador "Corte profundo da questão do Homem-Mulher e Mulher-Homem". As fontes confirmam o tom polêmico, mas não o conteúdo detalhado: sinopse a completar quando houver acesso ao texto integral.
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A Filha do Arcediago: Terceira Edição
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1854: da relação proibida entre o padre Leonardo Taveira, arcediago de Barroso, e Ana do Carmo nasce Rosa, que o pai tenta obrigar a casar com um velho rico e grotesco, enredo que Camilo usa para satirizar a sociedade portuense do início do século.
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A Gratidão
Camilo Castelo Branco
Em 1846, a menina Rosa e sua avó cega, ambas pobres, atravessam um inverno rigoroso até encontrar abrigo na casa de Dona Thereza: o ponto de partida de uma história sobre gratidão e sobre o que pequenos gestos de generosidade podem mudar.
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A Morgadinha de Val-D'Amores/Entre a Flauta e a Viola: Theatro Comico de Camillo Castello Branco
Camilo Castelo Branco
Quem manda melhor: quem age ou quem sabe ocupar a fala? Em A Morgadinha de Val-D'Amores, Frederico troca o emprego fiscal pela liderança de uma revolta enquanto Joana, sua amada, enfrenta os perigos que ele prefere comentar. Em Entre a Flauta e a Viola, dois pretendentes transformam música e verso em armas de cortejo, até uma serenata alcançar o ouvido errado. As duas comédias aproximam política e namoro para testar discursos que prometem autoridade. Uma porta fechada e a escolha da plateia decidem quanto essa autoridade dura.
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A Neta do Arcediago
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1856, dando sequência a "A Filha do Arcediago": Luiz da Cunha e Faro descobre-se filho de uma relação escondida, e o romance segue as infidelidades do pai e as consequências que atravessam a vida do filho, em capítulos com títulos como "Um Anjo Caído".
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A Queda d'um Anjo: Romance
Camilo Castelo Branco
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A senhora Rattazzi
Camilo Castelo Branco
Panfleto de 1880 nascido da polêmica entre Camilo Castelo Branco e a princesa Rattazzi, que escrevera um livro sobre Portugal chamado "Le Portugal à Vol de l'Oiseau": a controvérsia rendeu réplicas dos dois lados e uma segunda edição ampliada no mesmo ano.
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Agulha em Palheiro: Quinta edição
Camilo Castelo Branco
Filho de sapateiro, Francisco Lourenço Gomes admira o poeta Bocage a ponto de lhe fazer botas sob medida, gesto que o lança nos círculos poéticos de Lisboa e o leva, por ascensão social improvável, a frequentar salões europeus como veterano liberal condecorado e bacharel em Direito.
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Amor de Perdição
Camilo Castelo Branco
Simão e Teresa amam-se contra o ódio das duas famílias; o romance mais lido do romantismo português, escrito na cadeia em quinze dias.
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Amor de Salvação
Camilo Castelo Branco
Apesar do título, é quase todo um amor de perdição: Afonso e Teodora são prometidos desde crianças, mas ela desespera-se no convento e casa-se com o primo Eleutério; só nas últimas páginas Afonso encontra, em Mafalda, o amor de salvação que dá nome ao livro.
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Annos de Prosa; A Gratido; O Arrependimento
Camilo Castelo Branco
Edição que reúne em um volume os contos "A Gratidão" e "O Arrependimento" sob o título comum de "Annos de Prosa", os mesmos dois textos que o catálogo também traz publicados em separado.
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Carlota Angela
Camilo Castelo Branco
Um dos primeiros romances de Camilo, de 1858: Carlota Ângela, filha única de um casal abastado, resiste aos planos de casamento que os pais fazem por ela e se envolve com Francisco Salter de Mendonça, tenente da marinha real recém-chegado a Lisboa.
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D. Antonio Alves Martins: bispo de Vizeu: esboço biographico
Camilo Castelo Branco
Camilo Castelo Branco traça a biografia de D. António Alves Martins, bispo de Viseu, par do reino e ministro de estado honorário: das origens humildes em Trás-os-Montes aos anos como pensador liberal num Portugal em disputa política.
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Estrellas Funestas
Camilo Castelo Branco
Publicada em 1862: as famílias de Gonçalo Malafaya e de Maria das Dores prometem os filhos um ao outro desde antes de nascerem, mas cada qual se apaixona por outra pessoa. Cento e poucas páginas sobre um casamento forçado que desagua em desgraça.
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Estrellas Propícias
Camilo Castelo Branco
De 1863, na mesma linhagem moralizante de "Estrelas Funestas": um casamento arranjado por interesse patrimonial serve de eixo para Camilo cruzar amor, dor e fatalidade sob o seu olhar atento à sociedade portuguesa do século XIX.
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Folhas cahidas, apanhadas na lama por um antigo juiz das almas de Campanhan
Camilo Castelo Branco
Livro de poemas de 1854, publicado sob o pseudónimo "Um Antigo Juiz das Almas de Campanhã", um dos vários nomes falsos que Camilo Castelo Branco usou ao longo da carreira.
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Lagrimas Abençoadas
Camilo Castelo Branco
O romance abre com o batismo de Maria, recém-nascida cuja presença ilumina quem está à sua volta, enquanto a mãe já pressente a dor que o futuro guarda: uma história sobre fé, sofrimento e a busca de consolo através da religião.
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Livro de Consolação: Romance
Camilo Castelo Branco
Escrito nos anos seguintes à prisão de Camilo e Ana Plácido por adultério, entre os romances mais emblemáticos do autor: Venceslau Taveira e Eduardo Pimenta atravessam perdas e tragédias pessoais numa prosa sobre amor e redenção.
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Luiz de Camões: notas biograficas: Prefacio da setima edição do Camões de Garrett
Camilo Castelo Branco
Prefácio de 1880 à sétima edição do "Camões" de Almeida Garrett: Camilo Castelo Branco revê a biografia romântica que Garrett fizera do poeta épico, questionando alguns dos seus retratos e propondo outras leituras da vida de Camões.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 01 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Primeiro dos doze números mensais de "Noites de Insomnia" que Camilo Castelo Branco publicou ao longo de 1874: uma série de ensaios e narrativas curtas sobre temas históricos, sociais e literários portugueses, dedicada a quem não consegue dormir.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 02 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de fevereiro de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia", em que Camilo Castelo Branco segue oferecendo reflexões e narrativas curtas a quem não consegue dormir.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 03 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de março de 1874 da série "Noites de Insomnia": parte do primeiro dos dois volumes em que Camilo Castelo Branco reuniu os doze números mensais publicados ao longo do ano.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 04 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de abril de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 05 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de maio de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 06 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de junho de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco, na metade do ano de publicação.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 07 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de julho de 1874, já no segundo volume da série "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 08 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de agosto de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 09 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de setembro de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 10 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de outubro de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco, já perto do fechamento do ano de publicação.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 11 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de novembro de 1874, penúltimo da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
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Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 12 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de dezembro de 1874, o último dos doze números mensais que fecham a série "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco, reunida depois em dois volumes encadernados.
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Novelas do Minho
Camilo Castelo Branco
Oito novelas publicadas em doze volumes entre 1875 e 1877, entre elas "O cego de Landim" e "A viúva do enforcado": um retrato do Minho rural já influenciado pelo Naturalismo, em que o bucolismo idílico cede lugar à realidade mais dura do Portugal contemporâneo de Camilo.
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O Arrependimento
Camilo Castelo Branco
Émilio da Cunha acolhe o sobrinho Roberto depois da morte do irmão, na esperança de guiá-lo para uma vida melhor, mas más influências levam o rapaz ao crime, até que, tomado de remorso, ele busca reconquistar o perdão do tio e de sua prima Valentina.
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O Assassino de Macario: Comedia em tres actos
Camilo Castelo Branco
Macário nunca entra em cena, mas sua falsa morte põe todos em movimento. A pedido do noivo fugitivo, Libório anuncia um duelo fatal e acaba acusado por Itelvina de ser o assassino. Ela aceita casar com ele para executar uma vingança doméstica feita de relógios alterados e roupas sabotadas. Quando Barnabé revela que Macário está vivo, a tragédia imaginada perde o chão. Camilo conduz o casal do engano à mesa de jantar, onde atração e apetite negociam um acordo tão instável quanto a mentira que os uniu.
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O Bem e o Mal: Romance
Camilo Castelo Branco
Criado pelo tio padre depois que o pai entra para um convento, Ladislau Tibério Militão de Vila Cova é empurrado para o sacerdócio até conhecer Peregrina, irmã de um padre recém-chegado. O romance segue dois casais, Ladislau e Peregrina, Casimiro e Cristina, presos entre o dever e o desejo.
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O Carrasco de Victor Hugo José Alves
Camilo Castelo Branco
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O Condemnado
Camilo Castelo Branco
Drama em três atos de 1870, dedicado ao parlamentar José Cardoso Vieira de Castro, banido para uma das colônias africanas de Portugal. Sob a impressão dessa tragédia real, Camilo escreve um protagonista condenado tanto pelas circunstâncias quanto pelas próprias escolhas.
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O esqueleto: Romance
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1864 e pouco reeditado depois: Nicolau abandona a amante francesa Margarida para casar com a prima adolescente Beatriz, mas o casamento desmorona e os dois cônjuges acabam presos em casos secretos, ele de volta a Margarida, ela com o jovem Rafael.
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O General Carlos Ribeiro: Recordações da Mocidade
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1884: memórias da juventude do general e cientista Carlos Ribeiro, contadas por Camilo Castelo Branco cruzando lembrança pessoal, reflexão histórica e o retrato de um homem apaixonado por ciência num Portugal em transformação.
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O Olho de Vidro
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1863: a relação trágica entre a inocente Virgínia e o ambicioso Fagundes, movida por amor não correspondido, ciúme e ambição de poder, num dos romances mais sentimentais de Camilo Castelo Branco.
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O que fazem mulheres: Romance philosophico
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1858: Ludovina é dividida entre o amor por Ricardo de Sá e a pressão da mãe por um casamento arranjado. Camilo usa a personagem para criticar uma sociedade em que a vida das mulheres era decidida pela família.
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O Regicida
Camilo Castelo Branco
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O Romance de um Homem Rico
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1861: a análise minuciosa de um homem rico que amou e perdeu, e que cobre de luto a lembrança da mulher amada. Camilo usa a fortuna do protagonista para expor os seus efeitos corrosivos sobre a busca de felicidade.
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O sangue
Camilo Castelo Branco
Romance de 1860: Inocêncio, dividido entre o dever de família e o desejo pessoal, envolve-se com Thomazia em meio a laços de sangue e honra da família Barros. Ciúme, traição e as consequências da pressão social movem o enredo.
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O vinho do Porto: processo de uma bestialidade ingleza: exposição a Thomaz Ribeiro
Camilo Castelo Branco
Panfleto polêmico dirigido contra o inglês Baron James Forrester, criticado por seus erros ao escrever sobre o vinho do Porto: um dos textos mais hostis à Inglaterra escritos por Camilo Castelo Branco, dedicado a Thomaz Ribeiro.
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Salve, Rei!: Poesia de Camillo Castello Branco
Camilo Castelo Branco
Impresso em folha solta em janeiro de 1852, dedicado ao casamento de D. Miguel I: um poema de fidelidade legitimista, escrito sob a perspectiva de quem lamenta a queda de um rei e espera o retorno do que considera o governante legítimo.
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Scenas Contemporaneas
Camilo Castelo Branco
Coletânea de contos e crônicas de 1856, em que Camilo Castelo Branco dissseca a sociedade portuguesa do seu tempo: amor, traição e expectativas sociais, contados com humor e ironia sobre as hipocrisias contemporâneas.
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Scenas da Foz
Camilo Castelo Branco
Duas novelas publicadas primeiro em folhetim no jornal A Aurora do Lima, entre 1856 e 1857: às margens do Douro e na cidade do Porto, uma família vinda de Amarante, sobretudo a filha Hermenigilda, cruza-se com o inconstante Bento de Castro, que sonha casar-se por dinheiro.
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Suicida
Camilo Castelo Branco
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Voltareis ó Christo?
Camilo Castelo Branco
Três narrativas reunidas em 1871 sob um título que é uma súplica: um apelo a Cristo para que volte à Terra, porque a treva do presente, escreve Camilo, é pior que a de dois mil anos atrás. Uma amostra da crítica social e espiritual do autor.
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As Primaveras
Casimiro de Abreu
Coletânea de poemas que expressam a saudade da infância e do Brasil natal, escritos pelo jovem Casimiro durante sua estada em Portugal, com versos de musicalidade inconfundível.
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A Cachoeira de Paulo Afonso
Castro Alves
Ciclo de poemas de Castro Alves que transforma a paisagem do São Francisco em cenário de amor, sofrimento e denúncia da escravidão.
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Espumas Flutuantes
Castro Alves
Único livro de poesia publicado em vida pelo 'Poeta dos Escravos', reunindo poemas líricos e sociais que alternam o amor apaixonado e o grito pela abolição da escravatura.
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O Navio Negreiro
Castro Alves
Poema dramático que descreve com indignação o horror do tráfico de escravos africanos, tornando-se o mais célebre grito literário contra a escravidão na poesia brasileira.
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Os Escravos
Castro Alves
Coletânea póstuma de poemas que formam um grande painel sobre a escravidão, incluindo A Canção do Africano e Mater Dolorosa, hinos pela liberdade dos africanos no Brasil.
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Vozes d'África
Castro Alves
Poema em que a África escravizada clama a Deus e à história, numa das grandes peças abolicionistas de Castro Alves.
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Suspiros Poéticos e Saudades
Domingos José Gonçalves de Magalhães
O livro que inaugura o romantismo no Brasil, escrito em Paris por um poeta que queria uma literatura nossa.
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Noturnas
Fagundes Varela
Primeiro livro de Fagundes Varela, poeta boêmio e apaixonado, reunindo poemas que oscilam entre o lirismo amoroso e a melancolia existencial, com imagens da natureza brasileira.
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Canção do Exílio
Gonçalves Dias
O mais famoso poema brasileiro, escrito em Portugal, expressa a saudade do maranhão natal e o amor pela terra brasileira com versos que se tornaram parte do imaginário nacional.
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Lendas e Romances
Gonçalves Dias
Primeiro livro de poesia de Gonçalves Dias, incluindo A Canção do Exílio e os primeiros grandes poemas indianistas, que revelaram ao Brasil um poeta de gênio excepcional.
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Os Timbiras
Gonçalves Dias
Poema épico inacabado sobre as guerras entre as tribos timbiras e gamelas do Maranhão, obra que Gonçalves Dias pretendia ser a grande epopeia indianista da literatura brasileira.
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Segundos Cantos
Gonçalves Dias
Segunda coletânea de Gonçalves Dias, aprofundando o projeto indianista e lírico que faria dele o maior poeta do Romantismo brasileiro.
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Últimos Cantos
Gonçalves Dias
Terceiro livro de poesia de Gonçalves Dias, reunindo poemas que consolidam o indianismo como projeto literário e incluem o célebre I-Juca-Pirama, sobre um guerreiro tupi capturado.
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O Guesa
Joaquim de Sousândrade
O errante indígena atravessa as Américas até a Bolsa de Nova York — poema que só o século XX aprendeu a ler.
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A Moreninha
Joaquim Manuel de Macedo
Considerado o primeiro romance brasileiro, narra o amor entre o estudante Augusto e a encantadora Carolina, em meio às festas e costumes da juventude carioca do século XIX.
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O Moço Loiro
Joaquim Manuel de Macedo
Romance urbano que narra as aventuras sentimentais de Honorina no Rio de Janeiro, continuando a exploração dos costumes da sociedade carioca dos anos 1840.
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A Viuvinha
José de Alencar
Jorge, arruinado por dívidas, desaparece na véspera do casamento para não arrastar a noiva à miséria. Carolina fica com a promessa e o silêncio.
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As Minas de Prata
José de Alencar
Romance histórico sobre a busca pelas lendárias minas de prata na Bahia colonial do século XVII, misturando aventura, amor e intrigas políticas num cenário de lutas contra invasores holandeses.
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Cinco Minutos
José de Alencar
Um encontro de cinco minutos numa barca que cruza a Baía de Guanabara é o suficiente para mudar para sempre a vida do narrador, que parte em busca da misteriosa jovem que perdeu de vista.
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Diva
José de Alencar
Emília, a fria e orgulhosa Diva, recusa todos os pretendentes até que o jovem Augusto desafia sua altivez com estratégia inversa — fingindo indiferença — numa guerra de orgulhos e sentimentos.
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Iracema
José de Alencar
Lenda do Ceará narrada em prosa poética: a índia Iracema, 'lábios de mel', sacrifica tudo pelo amor do guerreiro branco Martim, dando origem ao povo cearense.
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Lucíola
José de Alencar
Paulo encontra Lúcia, uma cortesã de rara beleza, e descobre sob a aparência mundana uma alma pura e atormentada que busca redenção pelo amor sincero.
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O Guarani
José de Alencar
O índio Peri, guerreiro guarani de nobreza selvagem, dedica sua vida à proteção de Ceci, filha do fidalgo português Dom Antônio de Mariz, nas margens do rio Paquequer.
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O Sertanejo
José de Alencar
Nas fazendas do sertão cearense, o corajoso vaqueiro Arnaldo Louredo defende a honra e a família de seu senhor, entrelaçando aventura e amor à vida rude do interior.
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Senhora
José de Alencar
Aurélia Camargo, jovem que herda uma fortuna, compra o casamento de Seixas, o homem que a abandonou por interesse, para vingar-se e redimi-lo pelo amor.
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Til
José de Alencar
Romance regionalista ambientado nas fazendas do interior paulista, narrando o amor entre a misteriosa Til e o jovem Berta, envolvidos em segredos de família e violência rural.
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Ubirajara
José de Alencar
Lenda tupi sobre Jaguaré, guerreiro que conquista o título de Ubirajara — 'senhor da lança' — e enfrenta o dilema entre o amor e as leis tribais de seu povo.
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As Pupilas do Senhor Reitor
Júlio Dinis
Na aldeia minhota, os amores cruzados de Daniel, Margarida, Clara e Pedro sob a vigilância bondosa do reitor.
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Inspirações do Claustro
Junqueira Freire
Poemas escritos durante os anos em que o poeta baiano viveu num convento, expressando o conflito entre a vocação religiosa imposta e os desejos humanos que não conseguia suprimir.
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A Mão e a Luva
Machado de Assis
Guiomar escolhe o próprio destino entre três pretendentes; um retrato precoce da mulher que calcula e vence no Rio imperial.
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Ressurreição
Machado de Assis
O primeiro romance de Machado: Félix ama Lívia mas a desconfiança o corrói antes de qualquer prova — já o embrião do Bentinho de Dom Casmurro.
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Memórias de um Sargento de Milícias
Manuel Antônio de Almeida
Romance picaresco que acompanha Leonardo, filho de um trovão com uma pisadela, pelas vielas e festas populares do Rio de Janeiro do início do século XIX.
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A Escrava
Maria Firmina dos Reis
Numa roda de conversa entre senhoras, a história de uma mulher escravizada separada do filho interrompe a conveniência do salão. Conto abolicionista publicado dois meses antes da Lei Áurea.
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Úrsula
Maria Firmina dos Reis
Um triângulo amoroso no Maranhão do século XIX serve de moldura para que homens e mulheres escravizados narrem, em primeira pessoa, a violência do cativeiro. Primeiro romance abolicionista brasileiro e o primeiro de autoria de uma mulher negra no país.
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O Juiz de Paz da Roça
Martins Pena
Primeira peça brasileira de sucesso, satirizando com humor a figura do juiz de paz rural ignorante e déspota, num retrato irreverente da justiça no Brasil do século XIX.
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O Noviço
Martins Pena
Comédia de costumes sobre Carlos, que finge querer se tornar frade para fugir de um casamento indesejado e conseguir a namorada que realmente ama, numa farsa repleta de equívocos.
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Direitos das Mulheres e Injustiça dos Homens
Nísia Floresta
O primeiro texto de reivindicação dos direitos das mulheres publicado no Brasil: refuta, ponto por ponto, a suposta inferioridade intelectual feminina e defende o direito à instrução.
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Opúsculo Humanitário
Nísia Floresta
Reunião de sessenta e dois artigos em que a autora percorre a condição da mulher em diferentes povos e épocas para defender a educação feminina como condição do progresso do Brasil. Uma das primeiras defesas públicas e articuladas dos direitos das mulheres no país.
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As Relações Naturais
Qorpo-Santo
Peça do dramaturgo gaúcho Qorpo-Santo, precursor mundial do teatro do absurdo, com personagens e situações que desafiam a lógica numa dramaturgia original e inclassificável.
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Inocência
Visconde de Taunay
O naturalista Cirino encontra a jovem e ignorante Inocência no sertão de Mato Grosso; o amor impossível entre eles choca-se com as leis rígidas da sociedade sertaneja.