Simbolismo
COLEÇÃO · 24 OBRAS
Poesia simbolista brasileira marcada pelo misticismo, musicalidade e subjetividade. São 24 obras em domínio público, cada uma com ficha própria.
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Câmara Ardente
Alphonsus de Guimaraens
Coletânea de poemas de Alphonsus de Guimaraens, marcada pelo luto permanente pela noiva morta e pela devoção à Virgem Maria, numa poesia que transforma a dor em liturgia.
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Dona Mística
Alphonsus de Guimaraens
Livro de poemas que inclui o célebre 'Ismália', sobre a jovem que delira entre o céu e o mar, obra-prima do Simbolismo brasileiro e uma das mais belas imagens da poesia em língua portuguesa.
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Kiriale
Alphonsus de Guimaraens
Coletânea de poemas religiosos e místicos de Alphonsus de Guimaraens, mergulhados numa atmosfera de luto, devoção mariana e saudade da amada morta.
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A Biblia da Humanidade
Antero de Quental
Ensaio de Antero de Quental sobre a obra de Michelet, publicado em 1895 no jornal O Século XXI de Penafiel: parte da premissa socrática de que existe um deus desconhecido dentro do homem para defender a fraternidade universal.
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A philosophia da natureza dos naturalistas
Antero de Quental
Cinco artigos publicados originalmente no jornal portuense A Provincia e reunidos em livro em 1894: Antero de Quental discute as teorias evolucionistas de naturalistas como Ernst Haeckel, criticando os limites de uma explicação puramente mecanicista da natureza.
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Bom-senso e bom-gosto: carta ao excelentissimo senhor Antonio Feliciano de Castilho
Antero de Quental
A carta que deu início à Questão Coimbrã: resposta violenta de Antero de Quental, em 1865, ao poeta António Feliciano de Castilho, que havia ridicularizado as suas Odes Modernas, acusando o ultrarromantismo de Castilho e dos seus seguidores de arrogância e vazio.
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Considerações sobre a Philosophia da Historia Litteraria Portugueza
Antero de Quental
Publicado em 1872 e considerado por muitos críticos a mais importante prosa de Antero de Quental, este ensaio situa figuras como Camões dentro de uma história literária lida como reflexo direto da evolução da identidade nacional.
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Leituras Populares
Antero de Quental
Sete artigos de Antero de Quental voltados à instrução do povo, defendendo bibliotecas rurais, o papel da agricultura na economia e a escrita em linguagem simples como caminho para levar educação às classes populares portuguesas.
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Liga Patriotica do Norte
Antero de Quental
Depois do Ultimato inglês de janeiro de 1890, um grupo do Porto convida Antero de Quental para liderar a Liga Patriótica do Norte, tentativa de canalizar o fervor patriótico do país em reforma moral e econômica, movimento que se extinguiria depressa, por rivalidades partidárias.
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Manifesto dos Estudantes da Universidade de Coimbra á opinião illustrada do paiz
Antero de Quental
Redigido por Antero de Quental e assinado por 314 alunos entre 1862 e 1863, o manifesto protesta contra uma legislação universitária que os estudantes de Coimbra consideravam velha, injusta e três séculos atrasada.
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Oliveira Martins: O critico litterario, o economista, o historiador, o publicista, o politico
Antero de Quental
Retrato que Antero de Quental traça do amigo e companheiro de geração Oliveira Martins, percorrendo as suas várias facetas (de crítico literário a político) na voz de quem o via como um espírito subtil e um crítico desapaixonado.
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Portugal perante a Revolução de Hespanha
Antero de Quental
Escrito em 1868 sob o impacto da Revolução espanhola, este tratado político de Antero de Quental defende a democracia e o federalismo ibérico como caminho para tirar Portugal do que ele chama de estagnação de uma burguesia acomodada.
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Raios de extincta luz: poesias ineditas (1859-1863)
Antero de Quental
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Soldados da Revolução
Antero de Quental
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Sonetos
Antero de Quental
A poesia do pensamento levada ao limite: sonetos onde a dúvida filosófica vira agonia pessoal.
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Ultimatum de 11 de Janeiro
Antero de Quental
Ensaio político de Antero de Quental sobre o dia em que o país inteiro se ergueu de indignação contra o ultimato britânico de 1890: analisa o fervor patriótico popular e adverte que, sem representação real no governo, esse movimento corre o risco de se perder em anarquia.
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Só
António Nobre
O livro mais triste que se escreveu em Portugal, segundo o próprio autor: a saudade do Norte e da infância em voz de menino perdido.
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Clepsidra
Camilo Pessanha
O simbolismo português no seu ponto mais puro: poemas onde a imagem se desfaz enquanto soa.
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Broquéis
Cruz e Sousa
Livro de poemas que inaugura o Simbolismo brasileiro, de rara intensidade, misturando misticismo, dor existencial e a consciência trágica de ser negro numa sociedade racista.
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Faróis
Cruz e Sousa
Publicado postumamente, Faróis reúne poemas em verso de Cruz e Sousa, aprofundando o espiritualismo e o sofrimento que marcaram sua vida e sua arte.
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Missal
Cruz e Sousa
Publicado no mesmo dia que Broquéis, Missal é o livro de prosa poética de Cruz e Sousa, textos de rara intensidade musical que inauguram a prosa simbolista no Brasil.
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Tropos e Fantasias
Cruz e Sousa
Livro de estreia de Cruz e Sousa, publicado em 1885 em parceria com Virgílio Várzea: sessenta e quatro páginas de prosa poética marcadas pela busca da palavra rara, com textos contra a escravidão entre as suas páginas.
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Últimos Sonetos
Cruz e Sousa
Coletânea póstuma dos sonetos finais de Cruz e Sousa, escritos enquanto a tuberculose avançava, revelando uma poesia cada vez mais depurada e espiritualizada.
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Marânus
Teixeira de Pascoaes
O poema maior do saudosismo: Marânus e Eleonor entre a serra e o além, onde a saudade vira doutrina.