Modernismo
COLEÇÃO · 13 OBRAS
A ruptura modernista: verso livre, língua falada e invenção formal. São 13 obras em domínio público, cada uma com ficha própria.
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Brás, Bexiga e Barra Funda
António de Alcântara Machado
Notícias dos bairros italianos de São Paulo: contos curtos onde o imigrante vira personagem e a fala vira literatura.
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Autopsicografia
Fernando Pessoa
Poema metapoético em que Pessoa transforma o fingimento em chave da criação e da leitura.
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Mensagem
Fernando Pessoa
O único livro em português que Pessoa publicou em vida: a história de Portugal relida como mito e profecia.
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O Guardador de Rebanhos
Fernando Pessoa
Coletânea de poemas em que Alberto Caeiro afirma a experiência direta da natureza e recusa a metafísica.
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Seguro assento na coluna firme
Fernando Pessoa
Ode de Ricardo Reis sobre a permanência da arte diante do tempo e do esquecimento.
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Tabacaria
Fernando Pessoa
Álvaro de Campos atravessa a vertigem de não ser nada diante da rua, da tabacaria e do universo.
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Livro de "Soror Saudade"
Florbela Espanca
Publicado em janeiro de 1923, com trinta e seis sonetos: Florbela Espanca entrega-se ao amor e à paixão como quem desperta para a vida, ainda sob influência de um romantismo finissecular, em versos como "Maria das Quimeras" e o soneto-título, "Sóror Saudade".
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Livro de Mágoas
Florbela Espanca
Sonetos de uma intensidade que escandalizou a época — a dor dita na primeira pessoa, sem pedir licença.
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Livro de Máguas
Florbela Espanca
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Macunaíma
Mário de Andrade
O herói sem nenhum caráter atravessa o Brasil inteiro atrás da muiraquitã, e o país se revela em mito, piada e língua falada.
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Paulicéia Desvairada
Mário de Andrade
O livro que abriu o modernismo brasileiro: São Paulo em verso livre, ruidosa e desvairada.
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A Confissão de Lúcio
Mário de Sá-Carneiro
Lúcio narra da prisão o crime que confessa não ter cometido — e a mulher impossível que talvez nunca tenha existido.
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Húmus
Raul Brandão
Uma vila onde nada acontece e tudo apodrece devagar; prosa poética que dissolve o enredo em obsessão.