Eça de Queirós
14 OBRAS NO ACERVO
Tudo de Eça de Queirós que já está no catálogo do UnderStory — obra em domínio público (o autor morreu em 1900, há mais de 70 anos). Cada obra tem ficha própria, e a narração completa vive no aplicativo.
Eça de Queirós foi o maior romancista do Realismo português e passou a vida no serviço diplomático, escrevendo de longe sobre a sociedade que dissecava sem piedade.
O que há aqui
As 14 obras aqui vão de 1875 a 1901, todas do Realismo. Dois temas se repetem: hipocrisia (em 3) e Portugal (em 2). 7 das 14 podem ser baixadas em EPUB, de graça.
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A Cidade e as Serras
Eça de Queirós
Jacinto abandona o culto da civilização em Paris e redescobre uma vida mais concreta nas serras portuguesas.
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A correspondência de Fradique Mendes: memórias e notas
Eça de Queirós
Um admirador procura os escritos de Fradique Mendes e encontra, antes deles, histórias, testemunhos e uma reputação já pronta. Quando finalmente conhece essa figura ficcional, o suposto grande autor continua adiando a própria obra. As cartas reunidas depois de sua morte mudam de tom conforme o destinatário e tratam amor, viagem, religião, política e vida cotidiana com gosto pelo paradoxo. Entre a devoção do narrador e as poses de Fradique, o livro acompanha a fabricação de um escritor cuja ausência de produção se torna o principal material literário.
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A Illustre Casa de Ramires
Eça de Queirós
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A Ilustre Casa de Ramires
Eça de Queirós
Gonçalo Ramires tenta escrever a história de seus antepassados enquanto enfrenta a decadência da família e a política provincial.
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A Relíquia
Eça de Queirós
Teodorico Raposo viaja a Jerusalém em busca de uma relíquia para agradar à tia beata, enquanto a devoção e a fantasia se confundem.
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Cartas de Inglaterra
Eça de Queirós
Crônicas que Eça de Queirós escreveu para o Diário de Notícias entre 1877 e 1882, enquanto servia como cônsul de Portugal na Inglaterra: da vida cotidiana em Londres à política inglesa, sempre comparando, com humor crítico, a sociedade inglesa e a portuguesa.
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Contos
Eça de Queirós
Coletânea póstuma de 1902 reunindo os contos de Eça de Queirós, entre eles "Singularidades de uma Rapariga Loura", a história do caixeiro Macário, que perde emprego e família ao se apaixonar pela vizinha Luísa e parte para Cabo Verde tentar a sorte, e "José Matias".
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Echos de Pariz
Eça de Queirós
Crônicas que Eça de Queirós escreveu depois de se instalar em Paris, em 1888, onde viveria o resto da vida como cônsul: textos que tiram o brilho da Cidade Luz, comentando de propósito os seus aspectos mais negativos.
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O Crime do Padre Amaro
Eça de Queirós
Um padre jovem chega a Leiria e se envolve com a filha da hospedeira; o escândalo expõe a moral do clero e da província portuguesa.
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O crime do padre Amaro, scenas da vida devota
Eça de Queirós
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O Mandarim
Eça de Queirós
Um funcionário medíocre toca uma campainha e mata, à distância, um mandarim chinês para herdar sua fortuna — e descobre que a culpa viaja junto.
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O Primo Basílio
Eça de Queirós
Luísa, entediada na Lisboa burguesa, reencontra o primo Basílio; o caso vira chantagem doméstica e Eça disseca a moral da classe média com bisturi.
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O Primo Bazilio: Episodio Domestico
Eça de Queirós
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Os Maias
Eça de Queirós
Três gerações da família Maia e o romance fatal de Carlos com Maria Eduarda, no maior painel da decadência portuguesa do século XIX.