Camilo Castelo Branco
51 OBRAS NO ACERVO
Tudo de Camilo Castelo Branco que já está no catálogo do UnderStory — obra em domínio público (o autor morreu em 1890, há mais de 70 anos). Cada obra tem ficha própria, e a narração completa vive no aplicativo.
Camilo Castelo Branco escreveu mais de duzentos livros e viveu a paixão trágica que narrava. Foi condenado por adultério, cegou no fim da vida e tirou a própria vida em 1890.
O que há aqui
As obras aqui são de 1862, do Romantismo. Uma das 51 pode ser baixada em EPUB, de graça.
-
A brazileira de Prazins: scenas do Minho.
Camilo Castelo Branco
Considerado o último grande romance de Camilo, de 1882, já sob influência do realismo: no Minho do pós-guerras liberais, cruzam-se a história de um falso D. Miguel escondido na casa de um padre e a de Marta, que o amor por José Dias transforma na "brasileira de Prazins".
-
A espada de Alexandre: Corte profundo da questão do Homem-Mulher e Mulher-Homem
Camilo Castelo Branco
Texto de gênese controversa de Camilo Castelo Branco, publicado com o subtítulo provocador "Corte profundo da questão do Homem-Mulher e Mulher-Homem". As fontes confirmam o tom polêmico, mas não o conteúdo detalhado: sinopse a completar quando houver acesso ao texto integral.
-
A Filha do Arcediago: Terceira Edição
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1854: da relação proibida entre o padre Leonardo Taveira, arcediago de Barroso, e Ana do Carmo nasce Rosa, que o pai tenta obrigar a casar com um velho rico e grotesco, enredo que Camilo usa para satirizar a sociedade portuense do início do século.
-
A Gratidão
Camilo Castelo Branco
Em 1846, a menina Rosa e sua avó cega, ambas pobres, atravessam um inverno rigoroso até encontrar abrigo na casa de Dona Thereza: o ponto de partida de uma história sobre gratidão e sobre o que pequenos gestos de generosidade podem mudar.
-
A Morgadinha de Val-D'Amores/Entre a Flauta e a Viola: Theatro Comico de Camillo Castello Branco
Camilo Castelo Branco
Quem manda melhor: quem age ou quem sabe ocupar a fala? Em A Morgadinha de Val-D'Amores, Frederico troca o emprego fiscal pela liderança de uma revolta enquanto Joana, sua amada, enfrenta os perigos que ele prefere comentar. Em Entre a Flauta e a Viola, dois pretendentes transformam música e verso em armas de cortejo, até uma serenata alcançar o ouvido errado. As duas comédias aproximam política e namoro para testar discursos que prometem autoridade. Uma porta fechada e a escolha da plateia decidem quanto essa autoridade dura.
-
A Neta do Arcediago
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1856, dando sequência a "A Filha do Arcediago": Luiz da Cunha e Faro descobre-se filho de uma relação escondida, e o romance segue as infidelidades do pai e as consequências que atravessam a vida do filho, em capítulos com títulos como "Um Anjo Caído".
-
A Queda d'um Anjo: Romance
Camilo Castelo Branco
-
A senhora Rattazzi
Camilo Castelo Branco
Panfleto de 1880 nascido da polêmica entre Camilo Castelo Branco e a princesa Rattazzi, que escrevera um livro sobre Portugal chamado "Le Portugal à Vol de l'Oiseau": a controvérsia rendeu réplicas dos dois lados e uma segunda edição ampliada no mesmo ano.
-
Agulha em Palheiro: Quinta edição
Camilo Castelo Branco
Filho de sapateiro, Francisco Lourenço Gomes admira o poeta Bocage a ponto de lhe fazer botas sob medida, gesto que o lança nos círculos poéticos de Lisboa e o leva, por ascensão social improvável, a frequentar salões europeus como veterano liberal condecorado e bacharel em Direito.
-
Amor de Perdição
Camilo Castelo Branco
Simão e Teresa amam-se contra o ódio das duas famílias; o romance mais lido do romantismo português, escrito na cadeia em quinze dias.
-
Amor de Salvação
Camilo Castelo Branco
Apesar do título, é quase todo um amor de perdição: Afonso e Teodora são prometidos desde crianças, mas ela desespera-se no convento e casa-se com o primo Eleutério; só nas últimas páginas Afonso encontra, em Mafalda, o amor de salvação que dá nome ao livro.
-
Annos de Prosa; A Gratido; O Arrependimento
Camilo Castelo Branco
Edição que reúne em um volume os contos "A Gratidão" e "O Arrependimento" sob o título comum de "Annos de Prosa", os mesmos dois textos que o catálogo também traz publicados em separado.
-
Carlota Angela
Camilo Castelo Branco
Um dos primeiros romances de Camilo, de 1858: Carlota Ângela, filha única de um casal abastado, resiste aos planos de casamento que os pais fazem por ela e se envolve com Francisco Salter de Mendonça, tenente da marinha real recém-chegado a Lisboa.
-
D. Antonio Alves Martins: bispo de Vizeu: esboço biographico
Camilo Castelo Branco
Camilo Castelo Branco traça a biografia de D. António Alves Martins, bispo de Viseu, par do reino e ministro de estado honorário: das origens humildes em Trás-os-Montes aos anos como pensador liberal num Portugal em disputa política.
-
Estrellas Funestas
Camilo Castelo Branco
Publicada em 1862: as famílias de Gonçalo Malafaya e de Maria das Dores prometem os filhos um ao outro desde antes de nascerem, mas cada qual se apaixona por outra pessoa. Cento e poucas páginas sobre um casamento forçado que desagua em desgraça.
-
Estrellas Propícias
Camilo Castelo Branco
De 1863, na mesma linhagem moralizante de "Estrelas Funestas": um casamento arranjado por interesse patrimonial serve de eixo para Camilo cruzar amor, dor e fatalidade sob o seu olhar atento à sociedade portuguesa do século XIX.
-
Folhas cahidas, apanhadas na lama por um antigo juiz das almas de Campanhan
Camilo Castelo Branco
Livro de poemas de 1854, publicado sob o pseudónimo "Um Antigo Juiz das Almas de Campanhã", um dos vários nomes falsos que Camilo Castelo Branco usou ao longo da carreira.
-
Lagrimas Abençoadas
Camilo Castelo Branco
O romance abre com o batismo de Maria, recém-nascida cuja presença ilumina quem está à sua volta, enquanto a mãe já pressente a dor que o futuro guarda: uma história sobre fé, sofrimento e a busca de consolo através da religião.
-
Livro de Consolação: Romance
Camilo Castelo Branco
Escrito nos anos seguintes à prisão de Camilo e Ana Plácido por adultério, entre os romances mais emblemáticos do autor: Venceslau Taveira e Eduardo Pimenta atravessam perdas e tragédias pessoais numa prosa sobre amor e redenção.
-
Luiz de Camões: notas biograficas: Prefacio da setima edição do Camões de Garrett
Camilo Castelo Branco
Prefácio de 1880 à sétima edição do "Camões" de Almeida Garrett: Camilo Castelo Branco revê a biografia romântica que Garrett fizera do poeta épico, questionando alguns dos seus retratos e propondo outras leituras da vida de Camões.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 01 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Primeiro dos doze números mensais de "Noites de Insomnia" que Camilo Castelo Branco publicou ao longo de 1874: uma série de ensaios e narrativas curtas sobre temas históricos, sociais e literários portugueses, dedicada a quem não consegue dormir.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 02 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de fevereiro de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia", em que Camilo Castelo Branco segue oferecendo reflexões e narrativas curtas a quem não consegue dormir.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 03 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de março de 1874 da série "Noites de Insomnia": parte do primeiro dos dois volumes em que Camilo Castelo Branco reuniu os doze números mensais publicados ao longo do ano.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 04 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de abril de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 05 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de maio de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 06 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de junho de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco, na metade do ano de publicação.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 07 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de julho de 1874, já no segundo volume da série "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 08 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de agosto de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 09 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de setembro de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 10 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de outubro de 1874 da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco, já perto do fechamento do ano de publicação.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 11 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de novembro de 1874, penúltimo da série mensal "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco.
-
Noites de insomnia, offerecidas a quem não póde dormir. Nº 12 (de 12)
Camilo Castelo Branco
Número de dezembro de 1874, o último dos doze números mensais que fecham a série "Noites de Insomnia" de Camilo Castelo Branco, reunida depois em dois volumes encadernados.
-
Novelas do Minho
Camilo Castelo Branco
Oito novelas publicadas em doze volumes entre 1875 e 1877, entre elas "O cego de Landim" e "A viúva do enforcado": um retrato do Minho rural já influenciado pelo Naturalismo, em que o bucolismo idílico cede lugar à realidade mais dura do Portugal contemporâneo de Camilo.
-
O Arrependimento
Camilo Castelo Branco
Émilio da Cunha acolhe o sobrinho Roberto depois da morte do irmão, na esperança de guiá-lo para uma vida melhor, mas más influências levam o rapaz ao crime, até que, tomado de remorso, ele busca reconquistar o perdão do tio e de sua prima Valentina.
-
O Assassino de Macario: Comedia em tres actos
Camilo Castelo Branco
Macário nunca entra em cena, mas sua falsa morte põe todos em movimento. A pedido do noivo fugitivo, Libório anuncia um duelo fatal e acaba acusado por Itelvina de ser o assassino. Ela aceita casar com ele para executar uma vingança doméstica feita de relógios alterados e roupas sabotadas. Quando Barnabé revela que Macário está vivo, a tragédia imaginada perde o chão. Camilo conduz o casal do engano à mesa de jantar, onde atração e apetite negociam um acordo tão instável quanto a mentira que os uniu.
-
O Bem e o Mal: Romance
Camilo Castelo Branco
Criado pelo tio padre depois que o pai entra para um convento, Ladislau Tibério Militão de Vila Cova é empurrado para o sacerdócio até conhecer Peregrina, irmã de um padre recém-chegado. O romance segue dois casais, Ladislau e Peregrina, Casimiro e Cristina, presos entre o dever e o desejo.
-
O Carrasco de Victor Hugo José Alves
Camilo Castelo Branco
-
O Condemnado
Camilo Castelo Branco
Drama em três atos de 1870, dedicado ao parlamentar José Cardoso Vieira de Castro, banido para uma das colônias africanas de Portugal. Sob a impressão dessa tragédia real, Camilo escreve um protagonista condenado tanto pelas circunstâncias quanto pelas próprias escolhas.
-
O esqueleto: Romance
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1864 e pouco reeditado depois: Nicolau abandona a amante francesa Margarida para casar com a prima adolescente Beatriz, mas o casamento desmorona e os dois cônjuges acabam presos em casos secretos, ele de volta a Margarida, ela com o jovem Rafael.
-
O General Carlos Ribeiro: Recordações da Mocidade
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1884: memórias da juventude do general e cientista Carlos Ribeiro, contadas por Camilo Castelo Branco cruzando lembrança pessoal, reflexão histórica e o retrato de um homem apaixonado por ciência num Portugal em transformação.
-
O Olho de Vidro
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1863: a relação trágica entre a inocente Virgínia e o ambicioso Fagundes, movida por amor não correspondido, ciúme e ambição de poder, num dos romances mais sentimentais de Camilo Castelo Branco.
-
O que fazem mulheres: Romance philosophico
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1858: Ludovina é dividida entre o amor por Ricardo de Sá e a pressão da mãe por um casamento arranjado. Camilo usa a personagem para criticar uma sociedade em que a vida das mulheres era decidida pela família.
-
O Regicida
Camilo Castelo Branco
-
O Romance de um Homem Rico
Camilo Castelo Branco
Publicado em 1861: a análise minuciosa de um homem rico que amou e perdeu, e que cobre de luto a lembrança da mulher amada. Camilo usa a fortuna do protagonista para expor os seus efeitos corrosivos sobre a busca de felicidade.
-
O sangue
Camilo Castelo Branco
Romance de 1860: Inocêncio, dividido entre o dever de família e o desejo pessoal, envolve-se com Thomazia em meio a laços de sangue e honra da família Barros. Ciúme, traição e as consequências da pressão social movem o enredo.
-
O vinho do Porto: processo de uma bestialidade ingleza: exposição a Thomaz Ribeiro
Camilo Castelo Branco
Panfleto polêmico dirigido contra o inglês Baron James Forrester, criticado por seus erros ao escrever sobre o vinho do Porto: um dos textos mais hostis à Inglaterra escritos por Camilo Castelo Branco, dedicado a Thomaz Ribeiro.
-
Salve, Rei!: Poesia de Camillo Castello Branco
Camilo Castelo Branco
Impresso em folha solta em janeiro de 1852, dedicado ao casamento de D. Miguel I: um poema de fidelidade legitimista, escrito sob a perspectiva de quem lamenta a queda de um rei e espera o retorno do que considera o governante legítimo.
-
Scenas Contemporaneas
Camilo Castelo Branco
Coletânea de contos e crônicas de 1856, em que Camilo Castelo Branco dissseca a sociedade portuguesa do seu tempo: amor, traição e expectativas sociais, contados com humor e ironia sobre as hipocrisias contemporâneas.
-
Scenas da Foz
Camilo Castelo Branco
Duas novelas publicadas primeiro em folhetim no jornal A Aurora do Lima, entre 1856 e 1857: às margens do Douro e na cidade do Porto, uma família vinda de Amarante, sobretudo a filha Hermenigilda, cruza-se com o inconstante Bento de Castro, que sonha casar-se por dinheiro.
-
Suicida
Camilo Castelo Branco
-
Voltareis ó Christo?
Camilo Castelo Branco
Três narrativas reunidas em 1871 sob um título que é uma súplica: um apelo a Cristo para que volte à Terra, porque a treva do presente, escreve Camilo, é pior que a de dois mil anos atrás. Uma amostra da crítica social e espiritual do autor.